Ready or not

Este fim de semana chega às salas o filme Ready or not, realizado por Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin, escrito por Guy Busick e Ryan Murphy, e protagonizado pela charmosa actriz australiana Samara Weaving. Depois de assistir no passado Festival Internacional de Cinema Fantástico da Catalunha, devemos incluir este thriller de humor negro na categoria das recomendações.

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Der Goldene Handschuh e o romanticismo do passado

O fenómeno é conhecido: um bairro degradado onde pouco a pouco se instalam artistas. Não demoram a aparecer negócios associados a esta presença. A renda dos alugueres sobe. A população autóctone diminui e chegam novos moradores dum nível sócio-económico mais elevado. No final do processo o bairro perdeu o seu carácter específico e é quase irreconhecível para os que sempre viveram nele.

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Parasitas e luta de classes

Antes da chegada de Sitges 2019 e de algumas mudanças que se aproximam na página, será preciso destacar algumas agradáveis novidades, grupo onde se enquadra o sul-coreano Parasite (기생충). Aliás, o filme vem precedido duma Palma de Ouro e é a candidata do seu país para os Oscars.

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As sinistras histórias sobre o conformismo

O filme quase antologia, realizado por André Øvredal e produzido por Guillermo del Toro, Scary Stories to Tell in the Dark, não pode evitar deixar um certo gosto amargo na sua conclusão devido a uma mistura de motivos narrativos e ideológicos; o que equivale a dizer que esteve perto de ser bem sucedido em ambos.

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O descrédito da heroicidade

Resulta tão frequente levar uma decepção quando um filme de terror é precedido duma imensa campanha promocional que, no caso de Brightburn, dá para levar uma gratificante surpresa. Esta visão perversa da conhecida história do puto kriptoniano caído na Terra, contem suficiente gore e sequências sinistras como para acabar destacada entre as recomendações do ano

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Não há alternativa ao nosso mundo (Midsommar)

É possível que a gente espere ver em Midsommar, o segundo filme de Ari Aster, um novo Hereditary. Embora confirme certos traços estilísticos e discorra por dentro do enredo de terror um intenso drama emocional, devemos concluir que felizmente não é assim. Aqui já se formularam algumas objecções ao debute do passado ano.

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Chucky e o 5G

Poder-se-ia qualificar de “frio” o acolhimento que teve a revisão de Child’s Play feita por Lars Klevberg na direção e Tyler Burton Smith na escrita. Certamente, não acordou a simpatia do já clássico de Tom Holland. E contudo, o moderno Chucky não carece de méritos.

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O racismo em Ma (2019)

Há problemas muito sérios com Ma, filme de terror que chegou à tela por estas latitudes há duas semanas. E não todos têm a ver com o facto ter sido elevado artificialmente pela crítica.

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Amor, morte e robôs

Zima Blue

Com algo de demora, chega o nosso comentário sobre uma interessante proposta de Netflix para os amantes da ficção científica e o terror: Love, Death + Robots. Continue reading

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Dois filmes brasileiros

Mais terror do que isto, vai ser difícil.

Stephen King sugeriu alguma vez que o terror age como barómetro daquelas questões que nos preocupam como sociedade. Neste senso, o género no Brasil não é alheio ao entorno social no que é produzido. Continue reading

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